Num repente surgem a imagem de velas, de vinho, de palavras secretas, de um rio cinzento-chumbo que se arrasta.
A chuva traz isto. A vontade de não-estar, de ir e não voltar. De mais velas. Mais vinho e livros carregados das nossas palavras. Só nossas.
Enquanto se fotografa tem-se na alma estas palavras
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